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O NVU sumiu dos repositórios oficiais, quem como eu sente falta deste editor e é preguiçoso demais para instalar manualmente, pode ver aqui como instalar o Kompozer.
Alteradas algumas partições, surpreendi-me quando encontrei ilegível a minha /etc/fstab, agora é preciso identificar os HDs com uma críptica UUID. O problema era descobrir a desgraçada da UUID. Aqui felizmente encontrei a resposta: sudo vol_id -u device.
Para instalar o corretor eu segui as instruções do Brainstorm Database:
Primeiro é preciso baixar o arquivo de dicionário;
Descompacte o arquivo;
Despois abra o Vim e digite :mkspell pt pt_BR ;
Vai ser gerado no home corrente um arquivo de nome pt.utf-8.spl;
Como root digite:
cp pt.utf-8.spl /usr/share/vim/vim70/spell/;
Ainda como root edite o arquivo vimrc situado no diretório /usr/share/vim/
E para ligar a correção apenas nos arquivos tex, basta colocar no .vimrc
autocmd BufNewFile,Bufread *.tex set spell spelllang=pt
O meu proftpd dava o erro 421 logo após a conexão. O log dizia o seguinte:
IPv6 getaddrinfo ‘localhost.localdomain’ error: No address associated with hostname
localhost.localdomain: notice: unable to listen to local socket: No such file or directory
localhost.localdomain: error opening scoreboard: No such file or directory
Depois de mexer sem sucesso no inetd.conf, no /etc/hosts e no proftpd.conf, resolvi atacar o último erro, do tal scoreboard. Depois de um
proftpd -V
Peguei o path para o arquivo de scoreboard e criei ali um arquivo vazio. O proftd voltou então a funcionar.
O tamanho dos ícones da barra de ferramentas do Gnome é exageradamente grande, dá mesmo a impressão de estar com as opções de acessibilidade ligadas. Para diminuir (ou aumentar) o seu tamanho basta colocar o seguinte no ~/.gtkrc-2.0 e editar conforme o gosto:
gtk-icon-sizes = "gtk-menu=13,13:gtk-small-toolbar=16,16:gtk-large-toolbar=24,24:gtk-dnd=32,32"
gtk-toolbar-icon-size = small-toolbar
Antes eu apenas deletava a tralha. Por acaso descobri que é possível desinstalar os programas instalados pelo wine, basta digitar em um terminal
wine uninstaller
que abre-se uma janelinha com a lista dos programas instalados, com o almejado botão de ‘Uninstall’.
Ontem finalmente criei coragem para atualizar o meu Ubuntu do Dapper para o Edgy. Tudo foi suspeitamente bem para um sistema que já tinha passado por dois dist-upgrades. O upgrade valeu a pena, mas a minha Radeon 9200 SE não funciona mais.
Colocar as seguintes três linhas no meu xorg.conf ajudou um pouco, alguns dos erros sumiram, mas continuo sem aceleração gráfica:
Section “Extensions”
Option “Composite” “0″
EndSection
Estou pensando seriamente em mudar para o kubuntu, estas fontes do Gnome 2.16 estão, literalmente, me matando.
Dos recônditos arcanos de sua alma de zeros e uns o GAIM oferece-me vislumbres do mistério do “erro desconhecido”. Se eu não soubesse que a mais dolorosa parte da paixão dos programadores é justamente escrever mensagens de erros para os usuários estúpidos, eu seria capaz de me irritar com o mistério do “erro desconhecido”. Com o GAIM no êxtase místico, volto ao aMSN. Nada contra o aMSN, a sua feiúra é-me mesmo simpática, o problema é que o tcl/tk traz-me à mente lembranças que deveriam ficar esquecidas.
Num acesso de fúria ontológica tentei em vão instalar o Protégé. Uma consulta ao oráculo (leia-se Google) descobri o problema: a minha máquina virtual não era a adequada. O processo está descrito aqui:
