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“–Detente un punto, pensamiento inquieto;
la victoria te espera,
el amor y la gloria te sonríen.
¿Nada de esto te halaga ni encadena?
–Dejadme solo y olvidado y libre;
quiero errante vagar en las tinieblas;
mi ilusión más querida
sólo allí dulce y sin rubor me besa.” (Rosalía de Castro. En las Orillas del Sar, 9)
A se dizer quando os vapores veranis já começam a enturvar a mente.
“Volved, ¡oh, noches del invierno frío,
nuestras viejas amantes de otros días!
Tornad con vuestros hielos y crudezas
a refrescar la sangre enardecida
por el estío insoportable y triste…
¡Triste… lleno de pámpanos y espigas!” (Rosalía de Castro. En las Orillas del Sar, 7)
Todo acabó quizás, menos mi pena,
puñal de doble filo;
todo, menos la duda que nos lanza de un abismo de horror en otro abismo (Rosalía de Castro. En las Orillas del Sar, 5)
O meu proftpd dava o erro 421 logo após a conexão. O log dizia o seguinte:
IPv6 getaddrinfo ‘localhost.localdomain’ error: No address associated with hostname
localhost.localdomain: notice: unable to listen to local socket: No such file or directory
localhost.localdomain: error opening scoreboard: No such file or directory
Depois de mexer sem sucesso no inetd.conf, no /etc/hosts e no proftpd.conf, resolvi atacar o último erro, do tal scoreboard. Depois de um
proftpd -V
Peguei o path para o arquivo de scoreboard e criei ali um arquivo vazio. O proftd voltou então a funcionar.
A dizer quando se pretende dissuadir a amada da idéia de tingir os cabelos com cores claras.
“A las rubias envidias
porque naciste con color moreno,
y te parecen ellas blancos ángeles
que han bajado del cielo.
¡Ah!, pues no olvides, niña,
y ten por cosa cierta,
que mucho más qué un angel siempre pudo
un demonio en la tierra” (Rosalía de Castro. En las Orillas del Sar. 86)
“Mas ¿para qué subir? Fatiga inútil
¡cuando es la vida fatigosa llama,
y podemos, ¡poder desventurado!,
con un soplo levísimo apagarla! ” (Rosalía de Castro. En las Orillas del sar. 104)
Quando o inverno acompanhar o aniversário da amada senescente, se estiver ela com humores melancólicos, dedica-lhe:
“Tiemblan las hojas, y mi alma tiembla…
pasó el verano…;
y para el pobre corazón mío,
unos tras otros, ¡pasaron tantos!…” (Rosalía de Castro. En las Orillas del Mar, 101, I)
“Vicio, pasión, o acaso enfermedad del alma,
débil a caer vuelve siempre en la tentación.
Y escribe como escriben las olas en la arena,
el viento en la laguna y en la neblina el sol”. (Rosalía de Castro. En las Orillas del Sar, 96)
Husserl. Investigações Lógicas. Parágrafo 42.
Lógica como teoria geral da ciência. Condições de possibilidade de uma ciência em geral. Ciência utiliza conceitos de verdade, proposição, sujeito, predicado, objeto, propriedade, princípio e conseqüência, relativo e relação, etc. Toda ciência pretende falar de verdades, e toda verdade reside em uma proposição, toda proposição contém propriedades e objetos (tipos lógicos de níveis distintos), proposições se encadeiam de acordo com uma operação de conseqüência (dedução).
Lógica estuda estes conceitos e as suas conexões teóricas
(Wittgenstein. Philosophische Untersuchungen, 50) O conceito de objeto físico possui na linguagem quotidiana um status semelhante àquele do metro-padrão na linguagem da mensuração. Não faz sentido perguntar se estes objetos físicos existem ou não existem, assim como não faz sentido perguntar se o metro padrão tem um metro de comprimento. A concepção de objeto do senso comum é um padrão “este padrão é um instrumento da linguagem com o qual fazemos afirmações acerca de [fenômenos]. Neste jogo de linguagem o padrão não é nada de representado, mas um meio de representação”. A nossa linguagem faz uso desse conceito, já o pressupõe, portanto qualquer candidato à objetividade deve medir-se contra ele, assim como qualquer distância é medida contra o metro-padrão. Questionar a existência de objetos na linguagem quotidiana é questionar uma forma de vida, mas pode-se questionar a validade da aplicação deste conceito em uma outra linguagem, por exemplo a linguagem da ciência.
