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O \newcommand do permite definir apenas um argumento opcional, uma tremenda limitação. Quem precisa de comandos mais complexos deve visitar esta página, que apresenta três maneiras de resolver o problema.
26 respostas prontas sobre diversos assuntos, a dizer em todo tipo de ocasião:
Ma vie finira par
Je suis
Je demande
Je pèse les jours de fêtes
Mes prévisions d’avenir
Ma volenté
Ma force physique
Mes instincts sanguinaires
Les cartes ont mis dans ma poche
Elles ont retiré
Il reste
Avec mon nez je sens
Avec ma langue je dis
Avec ma bouche je mange
Avec mes yeux je vois
Avec mes oreilles j’entends
Avec mes mains je giffle
Avec mes pieds j'écrase
Avec mon sexe je fais l'amour
La longueur de mes cheveux
Mon travail du matin
Mon travail de l'après-midi
Mon sommeil
Ma fortune
Ma date de naissance
(Péret. 26 points à préciser)
O tamanho dos ícones da barra de ferramentas do Gnome é exageradamente grande, dá mesmo a impressão de estar com as opções de acessibilidade ligadas. Para diminuir (ou aumentar) o seu tamanho basta colocar o seguinte no ~/.gtkrc-2.0 e editar conforme o gosto:
gtk-icon-sizes = "gtk-menu=13,13:gtk-small-toolbar=16,16:gtk-large-toolbar=24,24:gtk-dnd=32,32"
gtk-toolbar-icon-size = small-toolbar
“Le journal porra-t-il jamais remplacer le curé?” (Stendhal. Le Rouge et le Noir)
Era a pergunta que alguém poderia colocar-se no século XIX. Hoje só teríamos a responder: pois já não o fez? O jornal é o padre do homem contemporâneo. Antes era do bom-tom ir à missa, nenhuma pessoa respeitável podia evitar de ir à missa aos domingos, ensinava-se nas escolas à escutar e respeitar os padres, e todos obrigavam-se a ouvir, ou ao menos fingir ouvir o que eles tinham a dizer. E não é assim hoje com o jornal? Não somos instados desde a escola a ver telejornais, ler os diários e as revistas semanais? Não é de bom-tom fazê-lo, ou menos fingir que o faz? Não é tarefa do homem globalizado estar atento às notícias, saber as ninharias das eleições ianques e velhacaria da política brasileira? Não é um considerado um crime de ignorância uma pessoa não saber o nome da meia dúzia de políticos de noticiário, conhecer o novíssimo esquema de corrupção, a mais recente brutalidade do crime? Não é dos editorais, colunas de opinião e blogs que as pessoas tiram a sua opinião sobre tudo, do aquecimento global à ditadura bolchevique, da corrupção à violência urbana? E quem não sabe nada disso, e depreza jornais e todo o resto, não é considerada uma pessoa rude, desinformada, inculta?
Terrível inversão! A ignorância completa de tudo o que é importante virou agora sinal de cultura.
Os padres tiveram um papel civilizador, e também os jornais o tiveram. Deu-se um tempo em que foi preciso nos livrarmos dos padres, espero ver o fim dos jornais.
Temos uma noção de objeto físico, que nos é dada pelo modo de agir e falar no mundo. É impossível a rejeitar, pois nós de fato guiamos a nossaa ação e linguagem por ela, isto é, toda possível rejeição já é sempre posterior, dependente da sua aceitação prévia. Assim, todo possível objeto da ciência deverá mediar a sua pretensão a ‘objetividade’ frente ao objeto do senso comum. Sendo primitivo e fundamental, o objeto do senso comum fornece o critério, o padrão relativamente ao qual todo candidato à objetividade deve ser medido. Daí pendão pragmatista, a objetividade do objetos (da ciência) depende não princípios a priori fixos e imutáveis, necessaria e universalmente válidos, mas sim é constituído e é relativo a um determinado modo de vida, a um determinado agir e falar. A concepção de objeto do senso comum fixa um certo quadro de expectativas, o modo como esperamos que os fenômenos se comportem. Sempre que esse quadro de expectativas é preenchido, estamos justificados em estender a ontologia do senso comum ao domínio de fenômenos em questão. Daí o pendão transcendental da abordagem, ela busca as condições de possibilidade de um discurso sobre objetos em geral, os limites a que toda atividade experimental deve sujeitar-se para ser considerada experiências sobre objetos.
Antes eu apenas deletava a tralha. Por acaso descobri que é possível desinstalar os programas instalados pelo wine, basta digitar em um terminal
wine uninstaller
que abre-se uma janelinha com a lista dos programas instalados, com o almejado botão de ‘Uninstall’.
Recentemente caiu-me às mãos um pocket pc e400, e única serventia que encontrei foi transformá-lo em um leitor de livros eletrônicos. Atualmente estou testando arquivos PDF (e DJVU), mas ainda não sei o trabalho todo vale a pena, o resultado final não é muito diferente do que se consegue com um leitor de textos.
O que eu faço é usar o GutenMark para transformar os arquivos de texto do PG em LaTeX, e incluo o seguinte no cabeçalho:
\documentclass[12]{book}
\usepackage[paperheight=73mm,paperwidth=54mm,hmargin=1mm,vmargin=1mm]{geometry}
\usepackage{palatino}
\usepackage[english,german]{babel}
Ainda estou experimentando com as fontes, por enquanto a palatino pareceu-me a mais confortável.
Como as fontes dos títulos de capítulo não parecem ser afetados pelo geometry, eu as diminuo manualmente, colocando um ‘\Large’ no ‘\chapter’.
Uso protetores auriculares para proteger meus tímpanos e têmpera da má-educação dos vizinhos. Como socialmente impera a barbárie e o brutalidade mais grotesca, resta ao indivíduo minimamente educado e consciente de si tornar-se um eremita. Educar os brutos é obra para missionários, acho mais respeitoso deixar os porcos chafurdando na lama, seu lugar natural, que impor-lhes a educação e civilizá-los pela força. Na antigüidade a força da civilização se impunha por si mesma, os povos atrasados naturalmente reconheciam a superioridade dos povos superiores e não tinham receio em tomar-lhe a cultura. Pois bem, retornando ao ponto, é verdadeiramente incrível o nível de barulho das nossas cidades. Fique-se três ou quatro horas no silêncio, tire-se logo em seguido os protetores e abra-se a janela. O ruído que se ouve entáo é nauseante. A sensação de mal-estar é patente, claramente sensível. O lixo sonoro, visual, olfativo, gustativo, moral e intelectual que vigora nas nossas cidades é a melhor propaganda para o anarcoprimitivismo.
O amolador passa aos gritos pela rua, lembrando-me que a minha miséria, por mais miserável que seja, é ainda assim incrivelmente confortável. Ele atravessa os dias sob o império morboso do sol, gastando a voz e as pernas perambulando pelas ruas, já eu fico em casa, ao abrigo do sol, sentado e quieto diante do livros e do computador. Mas a degenerescência moral instigada pela miséria que nos aflige a ambos será diferente para cada um?
“A capacidade de julgar, por conseguinte, é também o específico do assim chamado senso comum, cuja falta nenhuma escola pode remediar” (Kant. KrV, 172b)
